Mesma promoção, dois caminhos: cupom no checkout ou preço riscado na vitrine. Parece detalhe operacional. É decisão de posicionamento.
O que cada um faz
- Cupom: preserva o preço de tabela, é rastreável por canal e você desliga quando quiser. Só paga menos quem tem o código.
- Vitrine: converte mais, porque o desconto aparece antes do clique. Em compensação, vira o novo preço de referência: depois de duas semanas a R$ 89, voltar pra R$ 119 parece aumento.
Quando o cupom ganha
Quando você precisa saber de onde veio a venda. Cupom por canal — um pra cada criador de conteúdo, um pro e-mail, um pro remarketing — responde “quanto aquele post rendeu” sem depender de atribuição. Serve bem também pra primeira compra e pra recuperar carrinho: desconto só pra quem precisava do empurrão.
O risco é o código vazar em site de cupom. Aí ele deixa de ser incentivo e vira pedágio: quem já ia comprar abre outra aba, acha o código, e você paga desconto mais comissão.
Quando a vitrine ganha
Em queima de estoque, em item que o cliente compara lado a lado antes de clicar e em data sazonal, quando o preço aparente é o que puxa tráfego. Nesses casos o cupom atrapalha: seu preço aparece caro na busca e o desconto só aparece no fim do funil.
Se for de vitrine, marque a data de volta na agenda. Promoção sem fim vira preço novo.
