A marca mandou a tabela com preço sugerido, você seguiu, e aí o concorrente anuncia vinte por cento abaixo. Você liga pro representante, reclama, ele diz que vai verificar. Duas semanas depois está tudo igual. Soa familiar?
Reclamação não é prova
Do lado de lá, o representante não pode fazer nada com "fulano está furando o preço". Ele precisa levar alguma coisa pra dentro da fábrica, e alguma coisa aqui significa evidência com data. Sem isso, o caso morre na primeira pergunta que o gerente comercial dele fizer.
O que precisa estar no print
- Data e hora visíveis: anúncio vivo hoje não prova nada amanhã, quando o preço já subiu de volta.
- Canal: loja própria, marketplace, anúncio no Instagram. A política costuma ser diferente por canal, e o fornecedor precisa saber onde olhar.
- Link direto: pro representante conferir sem depender da sua palavra.
- Preço cheio e preço final: incluindo cupom aplicado e frente grátis, porque é assim que o cliente compara.
Junte três ocorrências antes de abrir a conversa
Um print isolado vira "foi erro de cadastro". Três prints em datas diferentes viram padrão, e padrão é o que o fornecedor consegue usar internamente. Vale organizar num PDF simples, em ordem de data, com o preço sugerido ao lado do praticado.
Montar isso na mão é chato o bastante pra você desistir no meio. É por isso que o Batedor guarda o histórico de preço com data e gera dossiê em PDF: você chega na reunião com a linha do tempo pronta, não com uma reclamação.
