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A página do Facebook do rival ainda importa?

Vale olhar, só não pelo alcance orgânico. O Facebook virou canal de anúncio e de reclamação, e é isso que você deve monitorar por lá.

2 min de leitura

Tela de celular com uma pasta de aplicativos de redes sociais.

Alguém do time sempre pergunta se ainda vale acompanhar o Facebook do concorrente. Vale. Só que não pelo motivo que você tem na cabeça.

Curtida de página não diz nada

Curtida é igual inscrito no YouTube: acumula, nunca desce, e vem de gente que clicou ali em algum momento dos últimos dez anos. Comparar o seu número com o dele não muda nenhuma decisão sua.

O alcance orgânico da página segue a mesma linha. Um post da marca alcançar pouco virou regra, e isso não separa quem está indo bem de quem está indo mal.

O anúncio, esse mora lá

O criativo que ele roda no Instagram quase sempre roda também no Facebook. E a página é onde esse anúncio acumula comentário público, coisa que o story não tem. Você consegue ver o criativo e a reação a ele no mesmo lugar.

A reclamação também

Cliente irritado procura onde a marca é obrigada a responder na frente de todo mundo. Por isso post antigo de campanha vira mural de pedido atrasado, troca travada e cobrança duplicada.

Isso te dá duas coisas de valor. Uma é a dor real do cliente dele, que vira argumento na sua página de produto e no seu anúncio. A outra é sinal de operação: muita reclamação de prazo junta costuma significar problema de estoque ou de logística acontecendo agora.

O que olhar, então

  • Comentários dos últimos 30 dias, principalmente nos posts patrocinados.
  • Os criativos em vídeo, que são os que ele está colocando verba.
  • O tempo de resposta da marca, que mostra se tem gente cuidando do canal.

A análise de sentimento dos comentários e a análise de criativos por IA do Batedor fazem essa leitura em lote, em vez de você rolar comentário por comentário.

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A página do Facebook do rival ainda importa? — Batedor